O cidadão brasileiro está cada vez menos ingênuo, apesar dos estereótipo que se crie do mal informado. Além disso, a evolução da tecnologia e da facilidade de se rastrear as ações de cada um, deixa a corrupção a cada dia mais acuada. Isso não significa que a corrupção vá acabar hoje ou amanhã, ou que os malfeitores não continuem bolando esquemas para levar algum dinheiro de forma desonesta, mas está cada vez mais “perigoso” para os corruptos exercerem o seu ofício.
Com cada vez menos dinheiro em cédula em circulação, o simples fato de uma pessoa acumular uma grande quantidade de dinheiro em espécie já levanta suspeitas. Quem não tem nada a esconder pode fazer suas transações através dos meios eletrônicos sem medo de ser rastreado. A questão é que as transferências eletrônicas, como o pix, por exemplo, são facilmente identificáveis (inclusive pelo imposto de renda).
Os meios digitais também ajudam a rastrear a origem do dinheiro, que quando não são de origem honesta, denuncia quem foi o desonesto.