A Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Assembleia Legislativa do Paraná, em reunião nesta terça-feira (30), analisou os votos contrários apresentados pelos deputados Arilson Chiorato (PT) e Ana Júlia Ribeiro (PT) aos pareceres do deputado Ney Leprevost (Republicanos), que mantiveram a decisão do Conselho de Ética pela suspensão, por 30 dias, das prerrogativas regimentais do deputado Renato Freitas (PT).
A penalidade aplicada pelo Conselho de Ética refere-se a dois processos ético-disciplinares: um que acusa Freitas de atrapalhar o funcionamento de uma unidade da rede Super Muffato, em Curitiba, durante uma manifestação em junho passado, e outro que o acusa de quebra de decoro em razão de uma briga registrada em fevereiro de 2025, durante sessão da CCJ da Assembleia.
Os deputados divergiram do parecer do deputado Leprevost e defenderam o acolhimento dos recursos do deputado Freitas. Ambos apresentaram fundamentações próprias, mas apontaram irregularidades processuais e violações a garantias constitucionais que, segundo eles, comprometem a validade do processo.
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