Ao longo da atuação parlamentar, candidato ao Senado ajudou a viabilizar mais de R$ 270 milhões em investimentos na saúde dos municípios e transformou economia da Assembleia em recursos para hospitais; em Brasília, quer ampliar financiamento do SUS, reduzir filas e fortalecer atendimento regionalizado
Construção e reforma de hospitais, unidades básicas de saúde, maternidades e pronto-atendimentos. Ambulâncias, equipamentos e veículos para transportar pacientes. Recursos para hospitais de referência no tratamento do câncer e no atendimento às crianças. Leis de prevenção e cuidado com a saúde.
Ao longo de sua trajetória na Assembleia Legislativa, Alexandre Curi (Republicanos) ajudou a tirar do papel investimentos que chegaram diretamente à população. Agora, candidato ao Senado, quer usar a experiência acumulada no Paraná para buscar mais recursos em Brasília e enfrentar problemas que ainda fazem parte da rotina de quem depende do Sistema Único de Saúde.
É o princípio do “Curi fez, Curi vai fazer” aplicado à saúde.
“Saúde não se resolve com discurso. É preciso recurso, planejamento e, principalmente, fazer o dinheiro chegar onde as pessoas estão. Foi assim que trabalhei na Assembleia e é assim que quero trabalhar no Senado: menos dinheiro concentrado em Brasília e mais recursos chegando aos municípios do Paraná”, afirma Curi.
Mais de R$ 270 milhões viabilizados para a saúde nos municípios
Um levantamento das ações articuladas por Alexandre junto ao Governo do Estado registra R$ 271,7 milhões em investimentos na saúde dos municípios paranaenses, distribuídos entre hospitais, unidades básicas de saúde, pronto-atendimentos, maternidades, reformas e ampliações, equipamentos, ambulâncias e veículos para o transporte de pacientes.
O levantamento reúne centenas de ações em diferentes regiões do Paraná.
Entre os maiores investimentos está a reforma e ampliação do hospital de Rio Branco do Sul, com R$ 12 milhões. Em Pinhão, foram viabilizados R$ 11,5 milhões para a construção de um Pronto Atendimento Municipal e de uma maternidade.
Também aparecem entre os grandes projetos R$ 7 milhões para maternidade em Bela Vista do Paraíso; R$ 5,7 milhões para reforma e ampliação da Unidade de Pronto Atendimento de Cerro Azul; R$ 4,5 milhões para Pronto Atendimento Municipal em Almirante Tamandaré; outros R$ 4,5 milhões para estrutura semelhante em Fazenda Rio Grande; investimentos no hospital de Ibaiti; e R$ 3,9 milhões para a construção de um centro cirúrgico em Teixeira Soares.
Além das grandes obras, a atuação nos municípios inclui dezenas de unidades básicas de saúde, reformas e ampliações de estruturas existentes, aquisição de equipamentos e renovação das frotas utilizadas no atendimento e no transporte de pacientes.
Para Curi, essa experiência reforçou uma convicção que pretende levar ao Senado: a saúde precisa ser cada vez mais descentralizada.
“Quem mora numa cidade pequena não pode ser obrigado a viajar centenas de quilômetros para conseguir atendimento. Precisamos fortalecer os hospitais regionais, as Santas Casas, os hospitais filantrópicos e as estruturas municipais. Quanto mais perto o atendimento estiver da casa das pessoas, melhor será o SUS”, afirma.
Economia da Assembleia virou investimento em hospitais
Na presidência da Assembleia Legislativa, Alexandre também adotou como prioridade reduzir despesas do Legislativo e transformar a economia obtida pela Casa em investimentos para a população.
Parte desses recursos foi direcionada à saúde.
Entre os projetos beneficiados estão instituições que são referência no Paraná, como o Hospital Pequeno Príncipe, o Erastinho, o novo HCzinho, ligado ao Hospital de Clínicas da Universidade Federal do Paraná, o Hospital do Câncer de Londrina e a Santa Casa de Maringá.
Somente para o HCzinho foram destinados R$ 20 milhões. A nova estrutura pediátrica será integralmente voltada ao SUS e permitirá ampliar de 30 para 120 os leitos de internação e de oito para 35 os leitos de UTI.
O Pequeno Príncipe também recebeu R$ 20 milhões da Assembleia para sua nova unidade no Bacacheri.
Outros R$ 20 milhões foram destinados ao Hospital do Câncer de Londrina para a construção de um novo bloco. O projeto integra um investimento de mais de R$ 120 milhões para ampliar a capacidade de atendimento oncológico no Norte do Paraná.
Dos recursos devolvidos pela Assembleia, o estado investiu, ainda, R$ 8 milhões na Santa Casa de Maringá, para construção de um novo prédio que reunirá serviços de hemodiálise, urgência e emergência, ampliando a capacidade de atendimento na região Noroeste
A destinação de recursos economizados pelo Legislativo também alcançou estruturas de atendimento oncológico em Curitiba e Guarapuava.
“Economizar dinheiro público só faz sentido se essa economia voltar para a população. Quando a Assembleia gasta menos, podemos ajudar a construir um hospital, abrir novos leitos, comprar equipamentos e ampliar o atendimento. Esse é o conceito de gestão que quero levar para Brasília”, diz Alexandre.
Leis para prevenir doenças, ampliar diagnósticos e facilitar a vida dos pacientes
A atuação de Alexandre Curi na saúde também aparece nas leis que ajudou a construir ao longo de seus mandatos. São iniciativas que vão da prevenção e diagnóstico precoce à garantia de direitos para pessoas que convivem com doenças crônicas.
Alexandre é coautor da legislação que ampliou o Teste do Pezinho no Paraná. A mudança permite que a triagem neonatal passe das seis doenças tradicionalmente identificadas para até 37 enfermidades raras e graves, possibilitando diagnóstico e início do tratamento ainda nos primeiros dias de vida.
Também é coautor da Lei 22.693/2025, que estabeleceu validade indeterminada para o laudo médico de pessoas com diabetes mellitus tipo 1. A medida elimina a necessidade de o paciente renovar periodicamente um documento destinado a comprovar uma condição permanente.
Na área da inclusão, a Assembleia também consolidou em um único Código Estadual os direitos das pessoas com Transtorno do Espectro Autista (TEA), reunindo normas e políticas públicas destinadas à inclusão, saúde, educação e proteção das pessoas com autismo.
Outra lei apoiada por Alexandre criou um incentivo à doação de órgãos no Paraná. A Lei 22.618/2025 concede meia-entrada a quem formalizar eletronicamente sua decisão de ser doador, estimulando uma atitude capaz de salvar vidas.
Curi vai fazer: mais dinheiro do SUS chegando ao Paraná
No Senado, uma das prioridades de Alexandre será enfrentar uma questão que acompanha sua atuação municipalista: a concentração dos recursos públicos na União.
A proposta é trabalhar pela revisão da distribuição dos recursos e pelo fortalecimento do financiamento de estados e municípios, especialmente nas áreas que mais pressionam os orçamentos das prefeituras.
A saúde está no centro dessa discussão.
Prefeitos precisam manter postos de saúde, transportar pacientes, oferecer medicamentos e atender uma demanda crescente por consultas e exames, enquanto grande parte dos recursos arrecadados permanece concentrada em Brasília.
“Não adianta Brasília criar obrigação e mandar a conta para o prefeito pagar. Quero defender uma distribuição mais justa dos recursos. O dinheiro precisa acompanhar a responsabilidade”, afirma Curi.
Menos espera por consultas, exames e cirurgias
Outra prioridade será a redução das filas do SUS.
Alexandre defende maior participação do governo federal no financiamento de consultas especializadas, exames e cirurgias eletivas, permitindo que estados, municípios, consórcios de saúde, Santas Casas e hospitais filantrópicos ampliem sua capacidade de atendimento.
A ideia é utilizar a estrutura que já existe nas diferentes regiões, em vez de concentrar o atendimento nos grandes centros.
“Para quem está esperando um exame, uma consulta com especialista ou uma cirurgia, não existe discussão abstrata sobre orçamento. Existe dor e existe espera. Brasília precisa ajudar estados e municípios a diminuir essa fila”, diz.
Um sistema de saúde preparado para o envelhecimento da população
Alexandre também quer levar ao Senado uma agenda voltada ao envelhecimento da população brasileira.
Entre as prioridades estão a ampliação do diagnóstico e do atendimento a pessoas com Alzheimer, Parkinson e outras doenças relacionadas ao envelhecimento, além do fortalecimento da rede de atenção à pessoa idosa.
A preocupação é preparar o sistema público para uma realidade demográfica que já pode ser percebida dentro das famílias e nos serviços municipais de saúde.
“O Paraná está envelhecendo e o Brasil precisa se preparar para isso. É preciso pensar no diagnóstico, no tratamento, nos medicamentos, no apoio às famílias e em uma rede preparada para cuidar das pessoas por mais tempo e com qualidade de vida”, afirma.
Menos Brasília, mais saúde perto das pessoas
As propostas para o Senado seguem a mesma lógica que Alexandre afirma ter adotado ao longo de sua trajetória na Assembleia: aproximar os recursos públicos de quem precisa deles.
Para o candidato, Brasília deve deixar de ser apenas o lugar onde os recursos ficam concentrados e voltar a servir aos estados e municípios.
“Conheço os municípios do Paraná e sei o tamanho da dificuldade de um prefeito para manter uma unidade de saúde funcionando, transportar um paciente ou conseguir dinheiro para construir um hospital. Quero chegar ao Senado com essa experiência. O Paraná manda muito dinheiro para Brasília. Está na hora de Brasília devolver mais para cuidar dos paranaenses”, conclui.
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