O jogo entre Cruzeiro e Vasco, que terminou com seis gols e empate de 3 a 3 na noite deste domingo, em Belo Horizonte, pelo Brasileirão, teve um final movimentado também fora de campo. Pedrinho, presidente vascaíno, e integrantes de sua diretoria, participaram de uma confusão generalizada. A causa da tensão foi a cobrança acalorada diante da atuação da arbitragem.
O mandatário vascaíno discutiu com Lucas Paulo Torezin, juiz do jogo. A reclamação do ex-atacante e atual presidente do clube carioca se baseou na não marcação de dois pênaltis a favor do Vasco. O entrevero gerou uma grande confusão no túnel de acesso aos vestiários.
Para tentar controlar a situação, a Polícia Militar teve de intervir para dispersar o princípio de tumulto que tomou conta do local com o uso de gás de pimenta. A substância se espalhou até a zona mista afetando o espaço destinado a jornalistas e jogadores. Bastante alterado, Pedrinho precisou ser contido pelos seguranças vascaínos. O comportamento do dirigente foi relatado na súmula do clássico pelo árbitro da partida. Na madrugada, a equipe de arbitragem foi levada para ser ouvida pela Polícia Militar de Minas Gerais que abriu um Boletim de Ocorrência.
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